O matador saboreia os olhos
As vísceras da prole
O não conhecer filosófico
ApoloDelfos
Mitos detentores do saber.
O que as mãos sempre dizemConheço-te como a palma das mãos
Contraria o conhecer-te a si mesmo.

Filhos
Algozes cordeiros
Pachelly Jamacaru & Dihelson Mendonça
4 comentários:
Ficaram lindas, Wilson!
Parabéns.
Um abraço para os meus dois amigos.
Dihelson Mendonça
O ensaio valeu a pena, tanto pelo talento do fotógrafo, quanto pelo foco da objetiva.
Parabéns!
Claude
Má rapaz! Eu com tema era só oi que faltava! Se fosse na era do filme Berbardão, só a minha cara tinha queimado o filme, eh eh eh,
Foi boa meu chapa, gosto daquela a lá tarcila do Amaral!
Abração
Só tem que ter um cuidado, Wilson, e isso é apenas minha posição, não quer dizer que você vá seguir, mas tem que ter cuidado para as fotos não ficarem VICIADAS, sempre o uso abusivo do mesmo recurso de distorcer a imagem da pessoa através do velho truque da grande angular com ângulos baixos e proximidade do objeto fotografado.
O grande lance da fotografia, também é ser criativo usando os próprios elementos que já existem na imagem, sem precisar distorcer na máquina para dar efeitos especiais e truques.
Eu prefiro que a fotografia seja bela apenas com comunicação dos próprios elementos dela, como por exemplo, naquela foto do cavalo que você fez, há uma comunicação entre o homem pequeno e o cavalo grande, e não apenas um truque de imagem. É possível ser criativo até mesmo em panorâmicas, coisa que eu nunca vejo você fazer, e não apenas ampliando detalhes.
Ser criativo usando diferentes distâncias focais é que é o grande problema da fotografia, sem abusar de nenhum mesmo recurso ou posição do olho em relação ao objeto.
Mas como eu disse, isso é apenas uma observação que faço no sentido de você obter mais VARIEDADE nas suas fotos, e vc faz o que quiser. Parabéns por algumas fotos desse ensaio que ficaram muito boas.
Abração,
Dihelson Mendonça
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