domingo, 27 de fevereiro de 2011

Açude Grande do Louro Jamacaru em franca sangria.Inverno 2011.


Aos profissionais/ concurseiros gostaria por favor de receber críticas e sugestões dos parâmetros utilizados em concursos para este instantâneo.

Cachoeira dos Gonçalves Crato Ceará

Foto com velocidade alta , diafragma bem aberto para tentar suspender as gotículas.

Chegada da chuva no Crato com Juazeiro ensolarado.


Gente desculpe o atrevimento de colocar minhas modestas fotos junto às vossas, mas é que estou reiniciando agora o zelo pela escrita com a luz.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

VIVA O FREVO por SAMUK.

O artista plástico Edelson Diniz recebe o meu elogio por mais um projeto ao baile de carnaval da saudade. Um abração! e viva o frevo!!!! SAMUK.

wilo araujo:::::unaBarcelona







Vitrine Virtual Samuk. 53mm.

A delicadeza, que é sempre bem-sucedida, talvez seja a maior de todas as forças.
Honoré de Balzac.


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Ulisses Germano - Coração Louco - Por: Dihelson Mendonça

De onde nascem os corações dos poetas?
Ninguém jamais saberá responder

Ulisses Germano 04


Ulisses Germano 05

Mesmo o mais poderoso dos profetas
Vasculhando o Universo não vai ler


Ulisses Germano 02



Ulisses Germano 03

A fábula das palavras inauditas
O cheiro e o sabor das biritas

Ulisses Germano 01



Ulisses Germano 06



Ulisses Germano 09



Ulisses Germano 08

Que inverte toda a razão do querer.

Ulisses Germano - Dihelson Mendonça



Ulisses Germano 07



Ulisses Germano - Por: Dihelson Mendonça



Fotografia: Dihelson Mendonça
Poesia: Ulisses Germano ( POEMAS DE ISOPOR III )

Proibida a Reprodução sem Autrorização dos Autores

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

wilo araujo:::::Outra voltinha por Barcelona









Harmonia da Tarde - Dihelson Mendonça


"Num passeio por um belo jardim, vi coisas maravilhosas"


Voici venir les temps où vibrant sur sa tige,
Chaque fleur s'évapore ainsi qu'un encensoir;
Les sons et les parfums tournent dans l'air du soir,
Valse mélancolique et langoureux vertige.


borboleta 08



borboleta 07



borboleta 06

Chaque fleur s'évapore ainsi qu'un encensoir,
Le violon frémit comme un coeur qu'on afflige,
Valse mélancolique et langoureux vertige,
Le ciel est triste et beau comme un grand reposoir;


borboleta 05



borboleta 04



borboleta 03

Le violon frémit comme un coeur qu'on afflige,
Un coeur tendre, qui hait le néant vaste et noir!
Le ciel est triste et beau comme un grand reposoir;
Le soleil s'est noyé dans son sang qui se fige...

borboleta 02

Un coeur tendre, qui hait le néant vaste et noir,
Du passé lumineux recueille tout vestige.
Le soleil s'est noyé dans son sang qui se fige, -
Ton souvenir en moi luit comme un ostensoir.


borboleta 01


( tradução )

Chegado é o tempo em que, vibrando o caule virgem,
Cada flor se evapora igual a um incensório;
Sons e perfumes pulsam no ar quase incorpóreo;
Melancólica valsa e lânguida vertigem!

Cada flor se evapora igual a um incensório;
Fremem violinos como fibras que se afligem;
Melancólica valsa lânguida vertigem!
É triste e belo o céu como um grande oratório.

Freme violinos como fibras que se afligem,
Almas ternas que odeiam o nada vasto e inglório!
É triste e belo o céu como um grande oratório;
O sol se afoga em ondas que de sangue o tingem.

Almas ternas que odeiam o nada vasto e inglório
Recolhem do passado as ilusões que o fingem!
O sol se afoga em ondas que de sangue o tingem...
Fulge a tua lembrança em mim qual ostensório!

Fotos: Dihelson Mendonça
Poema: Charles Baudelaire - Harmonie du Soir